Por Comunicação CRCMG
No dia 19 de março, o Conselho Regional de Contabilidade de Minas Gerais (CRCMG), com o apoio da Comissão Estadual da Mulher Contabilista, realizou o Fórum da Mulher Contabilista, na sua sede. O objetivo foi promover a educação continuada e a troca de experiências entre mulheres, fortalecendo a presença feminina na contabilidade.

Dando sequência, a coordenadora da Comissão Estadual da Mulher Contabilista, Eliane da Silva Freire Jardim, falou de sua gratidão por ter tantas mulheres que inspiram o mundo e do prazer em ver uma segunda mulher na presidência do CRCMG, o que inspira ainda mais outras mulheres.
A primeira palestra do dia foi “A Contabilidade sob a ótica da Reforma Tributária”, apresentada por Márcio da Rocha Medina, contador, pós-graduado em Auditoria Contábil e graduado em Direito. Márcio falou sobre os motivos da necessidade da Reforma Tributária, as características marcantes do sistema tributário no Brasil e os desafios para a implantação da reforma. “A tributação tem como princípio a simplicidade, a transparência e a justiça tributária. E é isso que se espera da reforma. O objetivo é melhorar o Brasil, aumentar os investimentos externos aqui e ser transparente com os consumidores. Com transparência, poderemos criticar e até decidir por não comprar um produto por ver a quantidade de imposto que ele carrega.”, explica Márcio.
Para falar sobre Longevidade, o Conselho convidou Michelle Queiroz, mestre em Administração e especialista em Gerontologia e Saúde Mental. Michelle mostrou dados sobre o aumento da expectativa de vida e a diminuição da taxa de fecundidade no mundo e como isso impacta as empresas e os negócios. De acordo com ela, o que é feito durante a jornada da vida impacta em como será a longevidade da pessoa. Ela também disse que as mulheres estão vivendo mais que os homens: “As mulheres têm maior carga de doenças crônicas, têm sobrecarga de cuidados com o outro, o que gera estresse e cansaço, além da desigualdade econômica. Mas, apesar de tudo isso, as mulheres cuidam mais da saúde, têm resiliência e adaptação e costumam ter uma rede de apoio forte. Por isso, mesmo com muitos fatores adversos, a mulher vive, em média, mais que o homem.”, finaliza Michelle.



